Bruma
Composição: Cazuza / Arnaldo Brandão
Existe a bruma
Nas noites de sábado
E a correria
Dos casais que se encontram
Bruma é umidade
E sexo também
Então a bruma
É o que não se pode ver
Sem o requinte da tristeza
A vida sem bruma
Não é vida humana
A tarde sem bruma, ao luar
Por exemplo, um casal de namorados no sol
A garganta seca na praia
A praia da bruma
A praia da bruma
Hoje é um dia
Um dia de bruma
Bruma, bruma, bruma, bruma
Brahma gelada
Cheirem a bruma
No melhor sentido
Bocejem a bruma
Comam a bruma
É a melhor coisa do mundo
Mostrando postagens com marcador sol. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador sol. Mostrar todas as postagens
Carente Profissional
Carente Profissional
Composição: Cazuza e Frejat
Tudo azul
No céu desbotado
E alma lavada
Sem ter onde secar
Eu corro, eu berro
Nem dopante me dopa
A vida me endoida
Eu mereço um lugar ao sol
Mereço ganhar prá ser
Carente profissional
Carente...
Se eu vou pra casa
Vai faltando um pedaço
Se eu fico, eu venço
Eu ganho pelo cansaço
Dois olhos verdes
Da cor da fumaça
E o veneno da raça
Eu mereço um lugar ao sol
Mereço ganhar pra ser
Carente profissional
Carente...
Levando em frente
Um coração dependente
Viciado em amar errado
Crente que o que ele sente
É sagrado
E é tudo piada
E é tudo piada
Eu mereço um lugar ao sol
Mereço ganhar pra ser
Carente profissional
Carente...
Composição: Cazuza e Frejat
Tudo azul
No céu desbotado
E alma lavada
Sem ter onde secar
Eu corro, eu berro
Nem dopante me dopa
A vida me endoida
Eu mereço um lugar ao sol
Mereço ganhar prá ser
Carente profissional
Carente...
Se eu vou pra casa
Vai faltando um pedaço
Se eu fico, eu venço
Eu ganho pelo cansaço
Dois olhos verdes
Da cor da fumaça
E o veneno da raça
Eu mereço um lugar ao sol
Mereço ganhar pra ser
Carente profissional
Carente...
Levando em frente
Um coração dependente
Viciado em amar errado
Crente que o que ele sente
É sagrado
E é tudo piada
E é tudo piada
Eu mereço um lugar ao sol
Mereço ganhar pra ser
Carente profissional
Carente...
Bicho Humano
Bicho Humano
Composição: Cazuza / Roberto Frejat
Dance
Eu quero que você me canse
Até o sol raiar
Canse
Eu quero ver você em transe
Me chamar, me chamar
Me gritar pedindo, deixando
Bicho humano uivando
Bicho humano uivando
Eu não te amo, não
Eu não te amo, não
Dance
Eu quero aproveitar a chance
E me acabar
Canse
Eu quero que você me alcance
Na hora H, na hora H
Me gritar pedindo, deixando
Bicho humano uivando
Bicho humano uivando
Eu não te amo
Não, eu não te amo, não
Composição: Cazuza / Roberto Frejat
Dance
Eu quero que você me canse
Até o sol raiar
Canse
Eu quero ver você em transe
Me chamar, me chamar
Me gritar pedindo, deixando
Bicho humano uivando
Bicho humano uivando
Eu não te amo, não
Eu não te amo, não
Dance
Eu quero aproveitar a chance
E me acabar
Canse
Eu quero que você me alcance
Na hora H, na hora H
Me gritar pedindo, deixando
Bicho humano uivando
Bicho humano uivando
Eu não te amo
Não, eu não te amo, não
Balada de um Vagabundo
Balada de um Vagabundo
Composição: Waly Salomão/Frejat
Eis o Sol, eis o Sol
Apelidado de astro-rei
Eis que achei o grande culpado
Desse meu viver destrambelhado
D'eu perambular pirado
Meu coração lacrado
Maracujá de gaveta dum prédio
Vazio num terreno baldio
Sepultado e logo após abandonado
Repare o crime senhor juiz
Pare senhor juiz
Ignoro a rua, o bairro e a carteira de identidade
Não me pergunte de ser portador
Do número xis do CIC
Me deixa feliz
Serei chegado a um sal
Qual a espada afiada que separa
O bem do mal?
Eis o Sol, eis o Sol
Apelidado de astro-rei
Eis que achei o grande culpado
Desse meu viver destrambelhado
Me viro no ce do centro
No porta-malas da estação central
Dançarei pelado na cratera da lua
Mesmo sem saber onde termina
A minha e onde começa a sua
Rebolarei embaixo da marquise
Triste trópico paraíso
Se eu dissesse que eu ia
Você ia e eu não ia
Deixa a tristeza deitar
Rolar na minha cama
Um milhão, trilhão de vezes
Reviro alegria
Salto pro amor
Um vício só pra mim não basta
É uma inflação de amor incontrolável
Tá lotado, tá repleto de virtude
E vício meu céu
Um galo sozinho levanta a crista
E cocorica seu escarcéu
Um vício só pra mim é pura cascata
Eu marco treze pontos
Sou pule premiada no jogo do bicho
Eu sou o beijo da boca do lixo na boca do luxo
Eu sou o beijo da boca do luxo na boca do lixo
Composição: Waly Salomão/Frejat
Eis o Sol, eis o Sol
Apelidado de astro-rei
Eis que achei o grande culpado
Desse meu viver destrambelhado
D'eu perambular pirado
Meu coração lacrado
Maracujá de gaveta dum prédio
Vazio num terreno baldio
Sepultado e logo após abandonado
Repare o crime senhor juiz
Pare senhor juiz
Ignoro a rua, o bairro e a carteira de identidade
Não me pergunte de ser portador
Do número xis do CIC
Me deixa feliz
Serei chegado a um sal
Qual a espada afiada que separa
O bem do mal?
Eis o Sol, eis o Sol
Apelidado de astro-rei
Eis que achei o grande culpado
Desse meu viver destrambelhado
Me viro no ce do centro
No porta-malas da estação central
Dançarei pelado na cratera da lua
Mesmo sem saber onde termina
A minha e onde começa a sua
Rebolarei embaixo da marquise
Triste trópico paraíso
Se eu dissesse que eu ia
Você ia e eu não ia
Deixa a tristeza deitar
Rolar na minha cama
Um milhão, trilhão de vezes
Reviro alegria
Salto pro amor
Um vício só pra mim não basta
É uma inflação de amor incontrolável
Tá lotado, tá repleto de virtude
E vício meu céu
Um galo sozinho levanta a crista
E cocorica seu escarcéu
Um vício só pra mim é pura cascata
Eu marco treze pontos
Sou pule premiada no jogo do bicho
Eu sou o beijo da boca do lixo na boca do luxo
Eu sou o beijo da boca do luxo na boca do lixo
Assinar:
Postagens (Atom)